Day After. Chego do pronto-socorro novamente, muito suco foi despendido na recuperação. Pobre não pode ver bebida grátis, que bebe demais e desata a falar bobagem, quando ficar quieto é opção bem mais inteligente -- bem-aventurado aquele que sofre de halitose, pois não será escutado.
Felizmente, porém, só o começo da noite teve bebida gratuita, ou Rafael, Bruno, Alexandre e cia. teriam de escutar coisa muito pior*. E, antevendo meu estado de embriaguês, levei um conhecido podreira, a fim de não me sobressair.
(*) não que me lembre direito do falado; a principal vantagem do homem sobre os animais superiores é sua capacidade de esquecer.
Nota importante da noite foi a elevada taxa de mulheres bonitas presentes ao estabelecimento; participarei mais de tais eventos. E a música não estava alta demais, o bar era agradável, até o banheiro estava limpo -- algo incomum em tempos terríveis como o hodierno, quando craques da seleção brasileira não apenas são corneados, como assinam contratos com membros de quadrilhas internacionais.
Rezo para que Walter Mercatto ou o Missionário curem meu estômago; e enquanto me reidrato, vou lendo o manual de anti-ajuda do Polzonoff, PhD terceiro dan. Só espero não me suicidar.
Posted by mozart at November 14, 2003 08:23 AM