Hortênsias retinham manhãs de verão no caminho.
Era modesto e pequeno, ou até ali parecia, mas era um parque, onde havia não um lago propriamente mas um tanque, e neste alguns patos e garças e gansos. Tentavam dormir os gansos, que eram só três, virando o pescoço para trás e afofando com o bico as penas e pondo a cabeça ali; mas alguma criança correndo atrás de outra em torno da grade, em torno do tanque, os acordava (sem querer) depressa. Olhando de uma plataforma os patos — uns domésticos de cor selvagem, outros talvez selvagens de cores brilhantes, e uma pata comum branca levando patinhos nadando nas beiras, amarelinhos e nenhum feio — certas pessoas jogavam pão na água para eles; só que em vez de picá-lo em migalhas, atiravam pedaços grandes, com força, como caçando os patos com pão.